quinta-feira, 31 de março de 2011

A GRAÇA DE DEUS NÃO FOI DADA EM VÃO



Eu não sou digno de ser incluído neste círculo íntimo de pessoas, como vocês bem sabem, tendo desperdiçado todos aqueles anos para apagar do mapa a existência da igreja de Deus. Mas como Deus foi tão gracioso, muito generoso, aqui estou eu. E eu não vou deixar que a graça de Deus me seja dada em vão. 1 Coríntios 15:9, 10, The Message

Há um pequeno vocábulo implícito neste texto: “se”. Quase todas as vezes que o pronunciamos, o fazemos em tom de mágoa e tristeza. Repetimos o “se” quando perdemos uma oportunidade ou depois de fazermos uma escolha da qual nos arrependemos. Se tivesse chegado mais cedo; se vivesse em outra cidade; se tivesse ido; se tivesse ficado; se tivesse começado; se tivesse terminado... E assim por diante, numa ladainha sem fim.

O “se” nunca vai abrir uma porta que a negligência ou o pecado fechou. Não vai trazer de volta o dia, o lugar, nem as pessoas.

Quando Paulo escreveu essas palavras, por volta do ano 55 d.C., isto é, mais ou menos vinte anos depois de sua conversão, ele ainda lamentava o que havia feito antes de conhecer a Cristo, e pela maneira desafiante como tinha estado em oposição a Deus. Disse aos seus irmãos de Corinto: “Vejam só como foi minha vida antes de conhecer a Cristo.”

Alguns também levam o peso de erros cometidos antes e até mesmo depois de terem se encontrado com Jesus, e dizem: “Olha só que coisa horrível eu fiz. Não acredito que tenha feito isso!”

Você já parou diante do espelho depois de estar arrependido pelo que disse ou pelo que fez, e se insultou dizendo: “Seu estúpido! Seu insensível! Quando é que você vai aprender? Ó, meu Deus, por que é que eu sou assim?”

Podemos começar este dia fazendo uma de duas escolhas: (1) viver a realidade dos fracassos e erros de ontem, ou (2) viver na presença da graça de Deus. Para isso, precisamos remover a barreira entre o “eu ideal” e o “eu real”, decidir que Deus está do nosso lado e perdoar a nós mesmos.

Nossa maneira de viver hoje poderá ser motivo de satisfação e celebração amanhã – ou motivo de mágoa e lamento.

Paulo aceitou o perdão de Deus e decidiu se perdoar pelo que tinha feito. Você também não precisa carregar seu fardo nem por um minuto mais.

Receba o abraço de Deus e diga como Paulo: “Pela graça de Deus sou o que sou.” Estou reconciliado com Ele. Sou herdeiro do reino.

quarta-feira, 30 de março de 2011

APRESENTADOS SEM MANCHA



Ora, Àquele que é capaz de guardá-los da queda e de apresentá-los perante Sua glória, sem defeitos e com alegria indescritível. 
Na antiguidade, os imperadores, no fim de uma conquista ou de uma guerra, para mostrar seu poderio aos súditos e rivais, muitas vezes entravam na cidade acompanhados de uma leva de guerreiros feridos e extenuados para mostrar quão brilhante tinha sido a vitória. Ali estavam também escravos, maltrapilhos e uma multidão cambaleante, vencida pelo cansaço.


Que diferença de quando o Rei do Universo vier resgatar os Seus e apresentá-los como troféus de Sua conquista! Será uma ocasião muito mais festiva do que a apresentação de um campeão olímpico. Vai ser muito mais pomposa do que a entrega do Oscar. Não haverá chegada de limusines trazendo celebridades para desfilar sobre tapetes vermelhos. Também não haverá trajes de caimento perfeito, criados pelas grifes internacionais. Não serão necessários estilistas, nem cabeleireiros para deixar as pessoas com o visual impecável. Não haverá melhor ator nem melhor atriz, nem mesmo um prêmio para os melhores efeitos especiais. Mas haverá muitas surpresas!


Qualquer esplendor, de qualquer desfile, qualquer “pompa e circunstância” serão ofuscados e ficarão longe daquele grande desfile de glória e de vitória. Outras versões expressam, em outras palavras, essa mesma cena: “Apresentar-vos de pé em Sua brilhante presença [...] celebrando” ; “E colocá-lo na presença de Sua glória, triunfante e acima de qualquer acusação” ; “[...] e apresentá-los sem mancha nem falta diante da Sua glória, em triunfante alegria e inexprimível exultação” . Todas elas, em suas palavras, deixam transparecer que esse será um dos grandes momentos na história da redenção. Deus vai apresentar ao Universo os troféus de Sua vitória. Veremos lado a lado pessoas de todos os cantos da Terra, de todas as etnias e grupos sociais, sendo apresentadas a todos pelo Rei do Universo. Por conta e graça do Rei, você e eu poderemos estar entre aqueles que serão apresentados.


“Então um dos anciãos me perguntou: ‘Quem são estes que estão vestidos de branco, e de onde vieram?’ Respondi: Senhor, Tu o sabes. E ele disse ‘Estes são os que vieram da grande tribulação e lavaram as suas vestes e as alvejaram no sangue do Cordeiro’” (Ap 7:13, 14).
Hoje é este dia, onde Jesus nos diz "Estou lhe dando vestes novas"...entende o que é isso?...então aproveite e siga seu coração, decida-se por Jesus e que a gloria de Deus seja derramada em sua vida e familia.
Seja uma benção!!

terça-feira, 29 de março de 2011

LIVRE DO DOMÍNIO DO MAL


Quando se aproximaram de Jesus, viram ali o homem que fora possesso da legião de demônios, assentado, vestido e em perfeito juízo, e ficaram com medo. Marcos 5:15
Logo que o barco chegou à praia, os discípulos ouviram gritos que vinham de uma elevação próxima. Então, viram um homem de cabelos longos, roupa em farrapos e olhar selvagem. Era incontrolável. Tinha sido excluído de qualquer contato humano, por isso vivia entre os sepulcros. Nem mesmo as correntes podiam prendê-lo. Era uma demonstração vívida de como a possessão demoníaca distorce e destrói a imagem de Deus no ser humano.


Antes disso, imaginando o que poderia estar acontecendo com ele, seus amigos tentaram levar curandeiros, adivinhos, pais-de-santo, jogar búzios, tarô, receitaram simpatias, encantamentos... mas nada tinha dado certo. Ele era um homem temido, evitado e abandonado.


Ao descrever com detalhes o que aconteceu, Marcos menciona três pedidos apresentados na realização do milagre:


O primeiro pedido é o dos demônios. Nas proximidades havia uma manada de porcos. Os demônios disseram: “Manda-nos para os porcos.” Quer dizer, preferimos continuar vivendo na sujeira, deitando e rolando na lama. E numa disparada, lá se foram os porcos num “salto olímpico” precipício abaixo. Os “frigoríficos” daquela época ficaram sem matéria-prima durante bom tempo.


O segundo pedido foi o dos habitantes de Gerasa. Os mais exaltados da cidade começaram a incitar a multidão, dizendo: “Se Jesus ficar por aqui, nosso pólo de produtos suínos vai perder a hegemonia. Queremos tranquilidade. Por favor, saia do nosso território.”


Finalmente, veio o pedido do homem curado, solicitando a Jesus que lhe permitisse ficar com Ele. “Quero um novo ambiente. Todos aqui já me conhecem. Não vão me aceitar.” Porém, Jesus lhe deu uma missão: “Volte para casa e para os seus amigos. Conte como Deus foi misericordioso com você.”


“Nem um dos sermões de Seus [de Jesus] lábios lhes caíra jamais ao ouvido. [...] Podiam dizer o que sabiam; o que eles próprios tinham visto e ouvido, e experimentado do poder de Cristo. É o que a todo aquele cujo coração foi tocado pela graça de Deus, é dado fazer” (Ellen G. White, O Desejado de Todas as Nações, p. 340).


O homem voltou transformado para a cidade e para casa. Era uma nova pessoa. Vestido, limpo, sem cadeias nas mãos ou nos pés, em são juízo. Livre!


“Se alguém está em Cristo, é nova criação. As coisas antigas já passaram, eis que surgiram coisas novas!” (2Co 5:17).


Decida-se por Jesus hoje, Ele vai guerrear a sua guerra e lhe dar a tão sonhada vitória. Jesus te ama e quer sempre o nosso melhor, fale com Ele neste momento e se entregue a Ele totalmente, sem reservas, pois Ele ja levou todas as nossas dores, tristezas, angustias, medos, enfermidades, e nos dá a Vida Eterna através de seu sacrificio na cruz. O que está esperando...


Seja uma Benção !!!

segunda-feira, 28 de março de 2011

OLHANDO COM OS OLHOS DE JESUS


Portanto Eu lhes digo, os muitos pecados dela foram perdoados, pois ela amou muito. Mas aquele a quem pouco foi perdoado, pouco ama. Lucas 7:47
A ocasião era familiar para nós: casa cheia, festa. Mais vozes masculinas do que femininas. Além de Jesus, que era o convidado especial, também estavam ali Lázaro, a quem Jesus havia ressuscitado, algumas celebridades e os discípulos de Jesus.

No meio da festa, a presença inesperada de uma mulher a quem Lucas chama de pecadora – uma forma politicamente correta de dizer que ela era prostituta.

O que você faz quando, no meio de uma festa, ou no meio de uma reunião, alguém comete uma gafe? Como você teria agido se estivesse ali? A pessoa está vestida como não deve, fala alto demais, avança para pegar comida. Como você teria agido? Inventaria uma tosse para sair; pegaria o celular fingindo uma chamada; esperaria a reação dos demais ou simplesmente ignoraria?

Quando o pessoal começou aquele ti-ti-ti orquestrado por Simão e Judas, Jesus introduziu uma pequena parábola que termina com o texto de hoje, mostrando a graça como perdão e misericórdia.

Todas as vezes que lia essa narrativa, eu tinha a curiosidade de saber quem era a mulher. Até que me deparei com o seguinte texto: “Maria foi considerada pecadora, mas Cristo sabia as circunstâncias que lhe tinham moldado a vida. [...] Fora Ele que a erguera do desespero e da ruína. Sete vezes ouvira ela a repreensão aos demônios que lhe dominavam o coração e a mente, [...] Foi Maria que se assentou aos pés de Jesus e dEle aprendeu. Foi ela que Lhe derramou na cabeça o precioso unguente, e banhou os pés com as próprias lágrimas. Achou-se aos pés da cruz e O seguiu até o sepulcro. Foi a primeira junto ao sepulcro, depois da ressurreição. A primeira a proclamar o Salvador ressuscitado.” (Ellen G. White, O Desejado de Todas as Nações, p. 567, 568).

Olhando para essa descrição de Maria, você pode pensar: quantos altos e baixos; mas que transformação!

Somente você e Deus conhecem sua vida e a necessidade de perdão. Podemos ir hoje ao encontro dEle. Ele está pronto para apagar nossos pecados e guiar-nos nos caminhos de Sua justiça.

O acesso está livre, aberto. Há amplo perdão. As palavras de Jesus foram carregadas de graça: “Seus pecados estão perdoados.”

quarta-feira, 23 de março de 2011

A Linda e Importante família de Jesus.



Analisando a Bíblia vemos que Maria era Virgem sim, mas até o nascimento de Jesus, e que ela teve um casamento normal e com vida sexual ativa com Jose.
O texto de Mateus 1.25 afirma o seguinte: “e não a conheceu enquanto (até que) ela não deu à luz um filho; e pôs-lhe o nome de Jesus”.
Para nós os protestantes, a referência bíblica em apreço parece ser, a princípio, uma fonte irrefutável, e não é para menos, pois diz categoricamente que José não a conheceu “até” ou “enquanto” no grego (heos, hou) ela não deu à luz. Ora, o que entendemos  é que, após o parto, Maria teve relações sexuais com seu marido como qualquer casal judeu, como pessoas normais naquele tempo.
É notório que os casamentos orientais da época de Jesus eram, sem sombra de dúvida, bem diferentes dos do nosso tempo. Mateus declara que Maria estava desposada (entenda-se noiva) com José. Diz ainda que ele não a “conheceu até” (Mt 1.18). Algumas vezes a palavra “conhecer” é usada na Bíblia de modo figurado, significando relação sexual (Gn 4.25), e, neste caso, o contexto apóia este sentido. Outro fator que comprova com a interpretação acima é o fato de Lucas ter usado a expressão grega pro­tótokos, que significa “Primogênito”, em relação ao nascimento de Cristo: “e teve a seu filho primo­gênito...” (Lc 2.7).

Se Lucas quisesse dizer que Jesus foi o único filho de Maria, teria usado, de modo inequívoco, a expressão monogenes (unigênito, em português) que significa “[filho] único gerado”, como acontece em João 3.16. Mas não, ele usou de modo consciente, o termo certo: “primogênito”, indicando que Jesus foi apenas o “primeiro” filho de Maria, e não o “único”.
Uma leitura superficial do Novo Testamento, em especial dos evangelhos, mostrará, sem sombra de dúvida, que Jesus Cristo teve irmãos e irmãs (Mt 12.46,47, 13.55-56; Mc 6.3). E ainda nos dão os nomes dos irmãos: Tiago, José, Simão e Judas. E essas pessoas aparecem sempre relacionadas com Maria, mãe de Jesus, o que nos dá a impressão de que os escritores e os evangelistas quiseram nos transmitir o quadro de uma família composta por mãe e filhos.
Vejamos: “Enquanto ele ainda falava às multidões, estavam do lado de fora sua mãe e seus irmãos, procurando falar-lhe. Disse-lhe alguém: Eis que estão ali fora tua mãe e teus irmãos, e procuram falar contigo” (Mt 12.46-47).

Depois do milagre em Caná, Maria e os irmãos do Senhor aparecem juntos: “Depois disso desceu a Cafarnaum, ele, sua mãe, seus irmãos, e seus discípulos; e ficaram ali não muitos dias” (João 2.12).

Em outra ocasião, Maria e seus irmãos mandam chamá-lo: “Chegaram então sua mãe e seus irmãos e, ficando da parte de fora, mandaram chamá-lo” (Mc 3.31). João acrescenta que nem os seus criam em Jesus: “Pois nem seus irmãos criam nele(Jo 7.5). E, por último, os irmãos de Jesus aparecem no cenáculo orando com Maria: “Todos estes perseveravam unanimemente em oração, com as mulheres, e Maria, mãe de Jesus, e com os irmãos dele” (At 1.14).

Não existe um só caso na Bíblia, e principalmente no Novo Testamento, em que a palavra grega adelphós (irmão) é traduzida por primo ou parente. Das 343 vezes em que o N.T usa o termo adelphós, ele apresenta dois sentidos para a palavra “irmão”: a de irmão legítimo (carnal).
Além disso, os escritores sabiam a diferença entre os termos irmão (adelphós), primo (anepsiós) e parentes (sungenes).

Mesmo Paulo, que usava bastante metáfora, sabia usar com distinção essas palavras. Tanto é que escreveu sobre os “irmãos” de Jesus sem deixar nenhuma dúvida ao laço carnal entre o Senhor e seus irmãos. Vejamos: “Não temos nós direito de levar conosco esposa crente, como também os demais apóstolos, e os irmãos do Senhor, e Cefas?” (1Co 9.5). “Mas não vi a nenhum outro dos apóstolos, senão a Tiago, irmão do Senhor” (Gl 1.19).

Caso a tese católica estivesse correta, o apóstolo poderia muito bem ter usado a expressão hoi anepsiós Kyriou (primos do Senhor), e não adelphói tou Kyriou (irmãos do Senhor), até porque os irmãos de Jesus estavam vivos quando o apóstolo escreveu as duas epístolas.
Diante do exposto, a única consideração plausível a que podemos chegar é que os “irmãos” de Jesus eram realmente seus irmãos legítimos.
De acordo com a Bíblia, Jesus teve quatro irmãos (Tiago, José, Simão e Judas) e também algumas irmãs (Mateus 12:46-50; 13:55-56; João 2:12; 7:3-10; Atos 1:14; 1 Coríntios 9:5; Gálatas 1:19). Por causa do mito de que Maria foi uma virgem perpétua, foi inventada a teoria que estes "irmãos" de Jesus são, de fato, apenas primos.
Esta palavra "irmão" é usada 346 vezes no Novo Testamento e nunca significa "primo".
Muitos pensam que Maria tinha e ainda tem uma influência especial sobre Jesus e que ela pode ser uma mediadora entre nós e Jesus. Mas veja quantas vezes, na Bíblia, Jesus mostrou que Maria não tinha uma capacidade especial para persuadi-lo.

1. Quando foi dito a Jesus que sua mãe e irmãos o estavam procurando, ele respondeu que considerava como sua mãe e irmãos verdadeiros aqueles que o obedecem (Mateus 12:46-50; Marcos 3:31-35; Lucas 8:19-21).
2. Quando a mãe de Jesus sugeriu que a falta de vinho na festa de casamento seria uma boa hora para declarar-se o Messias, ele recusou sua sugestão dizendo: "Mulher, que tenho eu contigo? Ainda não é chegada a minha hora" (João 2:4).
3. Quando uma mulher na multidão disse a Jesus: "Bem-aventurada aquela que te concebeu e os seios que te amamentaram", Jesus respondeu: "Antes bem-aventurados são os que ouvem a palavra de Deus e a guardam". Paulo concluiu em 1 Timóteo 2:5 que há "um só mediador entre Deus e os homens, Cristo Jesus".

Maria parece ter sido uma mulher boa, uma discípula fiel (Atos 1:4). Mas não tem nenhum poder especial para persuadir Jesus e não foi uma virgem perpétua (Note também Mateus 1:25; Lucas 2:7). Jesus foi criado em uma família com mãe, irmãos e irmãs (Marcos 6:3).

Chegamos à conclusão que Maria, foi fundamental para a vida de Jesus e seus irmãos, pois ela sempre esteve ali com seus filhos em todos os momentos, vemos que ela é merecedora de todo nosso respeito e admiração por se tratar da mãe do nosso único e suficiente Salvador, percebemos que tudo não passa de uma equivocada interpretação bíblica pois o grego e o hebraico são escritas que se parecem muito mas tem um sentido totalmente diferente.
O importante é vivermos em paz e respeitando todas as crenças, mas o mais importante de tudo é sabermos que Jesus é o único e verdadeiro caminho para se achegar a Deus, e vivermos imitando sua vida em nosso dia a dia, pois perto está o momento de nos encontrar com Ele na Gloria.

Seja uma Benção, Jesus te ama !!!

terça-feira, 22 de março de 2011

ABRE OS OLHOS DO MEU CORAÇÃO



Mais uma vez Jesus colocou as mãos sobre os olhos do homem. [...] Ele passou a ver as pessoas como Jesus as via. Marcos 8:25, The Companion Bible

Se você tivesse que escolher um grupo de alunos com os quais realizar uma grande tarefa, e tivesse que ensinar-lhes desde o básico, escolheria alunos com as características dos discípulos? Eles tinham sua própria lista de bem-aventuranças, e ela não incluía as bem-aventuranças de Jesus.

O Mestre olhou para as futuras possibilidades de João, Tomé, entre outros, e não para as qualificações presentes daqueles homens simples. Como professor por excelência, Ele podia amar as pessoas não meramente pelo que eram, mas por aquilo que podiam se tornar.

Um professor experiente deu uma tarefa para um grupo de jovens estudantes: sair e encontrar ao lado do caminho, ou de alguma estrada solitária, uma flor desconhecida. Pediu-lhes que a estudassem demoradamente. “Peguem uma lupa e estudem as delicadas veias nas folhas. Observem as tonalidades. Olhem de outro ângulo, observem a simetria. E, lembrem-se, essa flor poderia continuar sem ter sido notada se você não a tivesse encontrado.”

Quando a classe voltou, depois da tarefa, o professor comentou: “As pessoas são assim. Cada uma delas é diferente e tem seu jeito peculiar. Mas você tem que lhes dedicar algum tempo, para que cheguem a saber disso. Muitas pessoas continuam sem ser notadas e apreciadas porque ninguém gasta tempo com elas, nem admira suas particularidades.”

Os pais podem despertar qualidades nos filhos. Os professores podem abrir janelas para os alunos. Um chefe de seção pode descortinar aos empregados um mundo de conquistas. Alunos veteranos podem dar apoio aos calouros para que se ambientem rapidamente.

Tanto na escola como no trabalho, há pessoas que chegam como se fossem botões fechados, com medo de se abri e se expor. O calor humano e a simpatia farão com que se abram e mostrem sua beleza interior.

De Jesus é dito: “Em cada ser humano, Ele divisava infinitas possibilidades. Via os homens como poderiam ser, transfigurado pela Sua graça. [...] Olhando para eles com esperança, inspirava-lhes esperança. Encontrando-os com confiança, inspirava-lhes confiança”


Deus lhe abençoe a cada dia, seja uma benção.

segunda-feira, 21 de março de 2011

A PALAVRA PREFERIDA DE DEUS



O Espírito e a noiva dizem: “Vem!” E todo aquele que ouvir diga: “Vem!” Quem tiver sede venha; e quem quiser, beba de graça da água da vida. Apocalipse 22:17
De acordo com filólogos e gramáticos, a língua portuguesa tem aproximadamente 300 mil verbetes. Como Deus não está limitado a regras de semântica ou gramática, em Seu infinito vocabulário, qual seria a palavra favorita dEle?

Sempre que a pronunciamos, essa palavra demonstra o interesse pelo bem-estar das pessoas, o desejo de ter sua companhia. Nós a dirigimos a quem duvida do nosso amor e acolhimento. É a palavra que Deus usa para aqueles que se recolhem em si mesmos com medo dEle.

Essa palavra se repete três vezes no texto de hoje. Está apropriadamente inserida na conclusão do último livro; no último convite da Bíblia. É a palavra “vem”.

Parece que Deus, no fim de tudo, antes de fechar o último texto e tudo o que os escritores da Bíblia tinham falado, disse a João: “Vamos abrir parênteses. Deixe-Me fazer um novo convite. Vamos dar mais uma chance para que decidam. Ainda há muitos indecisos. Deixe-Me insistir. Por isso, o Espírito e a noiva dizem: ‘Vem!’ E todo aquele que ouve diga: ‘Vem!’ Quem tiver sede, venha.”

Essa era a palavra que estava constantemente nos lábios de Jesus: “Venham a Mim todos os que estão cansados e sobrecarregados” (Mateus 11:28), “Venham, benditos de Meu Pai!” (Mateus 25:34). Mas, apesar dessa insistência, Ele diz: “Quem quiser.” Não “quem entende”, “quem pode” ou “quem é digno”. Simplesmente quem quiser.

No dia do funeral de Janete, Ted Kid, o esposo, contou como haviam se conhecido. Ele tinha terminado antes que ela os estudos na faculdade e trabalhava numa cidade a centenas de quilômetros dali. Pareciam estar sempre em diferentes cidades, mesmo assim, já namoravam havia sete anos. Em cada Dia dos Namorados, Ted propunha o noivado, mas Janete dizia: “Não, ainda não.”

Finalmente, ambos foram morar em Dallas. Ted estava no limite de sua paciência. Comprou um anel de noivado e convidou-a para jantar. Estava preparado para insistir na proposta. Outro “não” significaria que ele teria que decidir viver sem ela. Depois da sobremesa seria a hora. Reuniu toda a sua coragem, mas sabendo que Janete havia levado um presente para ele, decidiu esperar.

O que você trouxe? perguntou ele, Janete colocou nas mãos dele uma pequena caixa do tamanho de um livro. Ele abriu a caixa e desdobrou cuidadosamente o papel de seda. Dentro havia uma peça de bordado que Janete havia feito, com uma simples inscrição: “Sim.”

Essa é a palavra que Deus anseia ouvir de cada um nós.
Seja uma Benção !!

quinta-feira, 17 de março de 2011

O SAMARITANO BOM



Ele, querendo justificar-se, perguntou a Jesus: “E quem é o meu próximo? Lucas 10:29
O diálogo, em verdade, começou com outra pergunta: “O que preciso fazer para herdar a vida eterna?” (versículo 25). E, em resposta ao texto de hoje, Jesus relatou a história do bom samaritano.

Aquele pedaço de estrada entre Jericó e Jerusalém podia ser comparado ao trânsito em ruas estreitas de um local perigoso. Um homem é assaltado e quem aparece? Ora, ora... um sacerdote! Era de se esperar que ele ajudasse a vítima ferida. Mas qual foi a reação? Estou atrasado. Logo hoje que vou dirigir o culto... Não vai dar para ajudar.” E na ponta do pé seguiu caminho e passou o mais longe possível.

Apareceu outro. Dessa vez foi um levita, auxiliar do sacerdote. Quando chegou mais perto, percebeu o que tinha acontecido: “Que pena! Ele deve ser socorrido. Mas eu não sou médico e não me sinto muito bem quando vejo sangue. É melhor eu ir embora.

Aparece então um samaritano. Apesar de não encontrarmos na Bíblia as palavras “bom” e “samaritano” juntas, o conceito de bom samaritano é difundido em todos os lugares, quando se fala de ajuda e socorro. Clínicas, hospitais, asilos, corporações de ajuda comunitária e outras instituições usam esse nome.

Jesus pediu ao doutor da lei que avaliasse o que tinha ouvido. “Qual desses foi o próximo?”

Na parábola, Jesus estava dizendo: “Mude seu coração”, “Mostre compaixão”, “Ajude a quem precisa”, “Seja uma extensão do abraço de Deus para os outros.”

Permeando e entremeando todo o relato da parábola do bom samaritano está o conceito de graça, colocado por Stuart Tyner da seguinte maneira: “Graça é o bom samaritano que não conhece limites geográficos nem preconceito cultural, mas que resgata a cura porque nossa necessidade real é urgente. Graça é a bandagem que cobre nossas feridas quando elas não param de sangrar. Graça é o óleo e o vinho que curam a dor quando não podemos atenuá-la. Graça é o burrinho que nos levar para o lugar onde devemos ser curados, onde não podemos ir por nós mesmos. Graça é dinheiro que paga as despesas quando não temos o mínimo em nosso bolso.”

Demonstre o mesmo carinho que Jesus, com Sua graça, demonstrou por você.


Enfim...SEja uma Benção !!!

terça-feira, 15 de março de 2011

O JUGO DO PERFECCIONISMO


Será que vocês são tão insensatos que, tendo começado pelo Espírito, querem agora se aperfeiçoar pelo esforço próprio? Gálatas 3:3


A ocasião era a cerimônia de abertura de um campori de desbravadores no Estado do Paraná. Como em todos os camporis, esse é o momento que se caracteriza pelo seu brilho e pompa. Bandeiras, cores, uniformes impecáveis etc.


Logo depois da abertura, numa rápida caminhada pela área do acampamento, passei por um clube que tinha uma excelente fanfarra. Percebi um clima de frustração; algumas garotas até mesmo choravam. Quis saber o que tinha acontecido e uma delas explicou: “É que a garota que comandava a mudança de toque errou, e todos nós erramos.” Perguntei: “Quem é que sabe que vocês erraram? “Ninguém. Somente o nosso clube.”


Que coisa impressionante! Por que é que julgamos a nós mesmos pelos nossos piores momentos e não pelos melhores? Vemos mais o que erramos do que o que acertamos. Nas avaliações escolares, lamentamos os oito pontos que perdemos em lugar de ficar contentes com os noventa e dois que ganhamos.


Quando igualamos engano a fracasso, como foi o caso do clube mencionado, estamos impondo a nós mesmos um jugo muito severo. Estamos caindo numa das armadilhas do perfeccionismo, que é medir nosso valor em termos de desempenho. Os perfeccionistas nunca estão contentes com seu desempenho porque estabelecem expectativas altas demais. Devo ser o melhor da minha classe. Deve se o melhor jogador do meu time. Não posso desapontar ninguém. Devo me sair bem em qualquer coisa que eu empreender. A ênfase é “eu devo”, “eu preciso”, “eu tenho que”.


Porque não dar uma margem de erro para aquilo que queremos fazer? Porque não estabelecer alvos plausíveis e depois crescer pouco a pouco?


Foi isso que Paulo disse aos Filipenses: “Não pretendo dizer que eu seja perfeito. Até gora ainda não aprendi tudo quanto devia, mas continuo trabalhando para aquele dia, quando finalmente eu serei tudo aquilo para que Cristo me salvou e Ele quer que eu seja. Não, caros irmãos, não sou ainda tudo quanto deveria ser, porém estou concentrando todas as minhas energias para insistir nesta única coisa: esquecendo o passado e aguardando esperançoso aquilo que está à frente, esforço-me para chegar ao fim da corrida e receber o prêmio para o qual Deus está nos chamando ao Céu, em virtude do que Cristo Jesus fez por nós” (Filipenses 3:12-14, A Bíblia Viva).

segunda-feira, 14 de março de 2011

APROVEITE O DIA



Aproveitem ao máximo todas as oportunidades. Colossenses 4:5

“O meu Deus é o Deus do impossível” é um hino cantado por grupos e solistas. E se eu dissesse que Deus é o Deus do incomum e o Deus da oportunidades? Claro que você também concordaria. Devemos discernir as oportunidades e usá-las conforme a indicação de Deus. Podemos dizer também que as oportunidades são muitas vezes respostas de Deus aos nossos desejos.

No filme Sociedade dos Poetas Mortos, Robim Williams, no papel principal, confronta um grupo de alunos difíceis. Alguns eram rudes, preguiçosos; outros foram rejeitados pela família. Porém, como professor, ele não queria desistir dos alunos. Assim, vestia-se de maneira informal, organizava jogos, contava histórias e dramatizava poemas.

Pouco a pouco, os alunos começaram a responder positivamente. Diante da tensão palpável do primeiro dia de aula, em uma escola conservadora e exigente, sussurou-lhes ao ouvido: “Carpe diem”, expressão latina para “aproveite o dia”. Isso deixou os alunos abismados.

Carpe diem – aproveite o dia! Aproveite a oportunidade! Vá em frente! Amplie seus horizontes! Sempre haverá um ponto mais alto. Agarre as oportunidades. Colha delas os melhores frutos. Quem vive o carpe diem jamais dirá: “Chega, não vale a pena tentar. Estou no fundo do poço. Não tenho mais dinheiro. Era minha última oportunidade.”

Teoricamente, não existe risco zero nas oportunidades. Não deixe que se vá a oportunidade de tirar o melhor dela.

Por isso, uma boa frase que podemos usar quando estivermos diante de mudanças difíceis é: “Estou encarando um desafio”, em lugar de: “Estou enfrentando um problema.”

Precisamos centralizar nosso foco nos recursos que temos, não naquilo que não temos. Carpe diem representa um convite para viver a vida na extensão de sua utilidade.

Pergunte às pessoas o que elas querem fazer de sua vida. Todos desejam uma vida cheia de oportunidades. Mesmo assim, com esse desejo sempre diante de nós, às vezes, compromissos, distrações e obstáculos impedem que, no fim do dia, nos sintamos realizados pelo que conseguimos fazer.

Deus quer que aproveitemos as oportunidades que aparecem em nosso caminho. Isso significa que o ontem já foi, e enquanto o amanhã não vem, aproveite o dia. Viva um estilo de vida carpe diem, aproveitando cada oportunidade.
Seja uma Benção !!