quarta-feira, 6 de abril de 2011

VENCENDO EM TEMPOS DIFÍCEIS

Habacuque=3:17-19
Introdução: Jesus nos preveniu que no mundo passaríamos por aflições (Jo 16:33). Embora passageiras, as aflições muitas vezes tentam nos levar a uma situação de aparente derrota. O profeta Habacuque viveu em um período em que uma grande crise de ordem espiritual, moral e social havia se instalado em sua nação. Mas, mesmo em meio aos "tempos difíceis", Habacuque conseguiu experimentar a vitória. Hoje vamos aprender como o povo de Deus deve se portar em meio às dificuldades e sair vencedor.

1. TEMPOS DIFÍCEIS DEVEM GERAR INCONFORMISMO - Habacuque 1:2-3 - 0 questionamento de Habacuque revela o seu inconformismo com aquela situação. Não basta apenas constatar que existe uma crise. Precisamos descobrir as causas que a geraram. A nossa atitude deve ser de não nos conformarmos, para que sejamos transformados, e assim possamos experimentar a vontade de Deus – que é boa, perfeita e agradável“. Deus jamais nos abandonará! (texto de apoio: Romanos 12:2).

2. TEMPOS DIFÍCEIS DEVEM PRODUZIR EXPECTATIVA E GERAR FÉ - Habacuque 2:1-3 - Nas dificuldades não podemos nos entregar ao desespero nem à incredulidade. Devemos ter um comportamento confiante, cheio de esperança, expectativa e fé quanto ao livramento de Deus (Sl 33:18-22 e Sl 40:1). Mesmo quando não obtemos uma resposta imediata, devemos permanecer firmes na fé, até que Deus, no seu tempo, intervenha, produzindo o livramento. (texto de apoio: Miquéias 7:7)..

3. TEMPOS DIFÍCEIS EXIGEM TOTAL DEPENDÊNCIA DE DEUS - Habacuque 3:16-19 - Em meio às crises, Habacuque não se desesperou, não se revoltou, não se distanciou do Senhor e não se queixou de Deus. Pelo contrário, ele se queixa a Deus, se aproxima d’Ele e ora, declarando sua continua dependência, consciente de que somente o Senhor seria capaz de sustentá-lo em meio às dificuldades. Nossa atitude deve ser a de se aproximar de Deus e não de se afastar d’Ele. - (texto de apoio: Sl 127:1) - (outros exemplos para ilustrar: Moisés - Ex 33:12-15, e Neemias - Ne 2:20).

CONCLUSÃO: Estamos vivendo em um tempo maravilhoso. Deus tem se manifestado em nosso meio de uma maneira muito especial. Suas promessas nos revelam que Ele quer que sejamos bem sucedidos em todas as coisas. Nosso lugar não é em meio às crises, mas sim assentados com Cristo nos lugares celestiais (Ef 2:6). Ele quer nos fazer andar altaneiramente (altaneiro = que voa muito alto). A vitória em "tempos difíceis" implica em inconformismo, oração, expectativa, fé e contínua dependência de Deus (Ler 1 Co 15:57).

Que DEUS Abençoe a Todos, Jesus te Ama.

Seja uma Benção.

terça-feira, 5 de abril de 2011

RESTAURANDO OS QUE CAÍRAM



Irmãos, se alguém for surpreendido em algum pecado, vocês, que são espirituais, deverão restaurá-lo com mansidão. Gálatas 6:1
Uma das mais bonitas modalidades dos jogos de inverno é a patinação artística. Na apresentação, é de tirar o fôlego o salto com vários giros no ar e a aterrissagem. Mas já assisti algumas vezes, quase no fim da demonstração, o salto e... a queda. O que era para terminar em pé, de braços abertos numa demonstração de “fiz tudo direitinho”, não se concretiza.

Os resultados de uma queda não são nada agradáveis, e nada é tão frustrante como cair diante dos outros. Cair sozinho, você disfarça, sacode a poeira e segue caminho. Mas, quando outros nos veem cair, é humilhante.

Como a igreja, como família e comunidade dirigida pelo Espírito, deve tratar aqueles que estiveram ao nosso lado, participaram no mesmo coral, ajudaram no mesmo projeto, e foram afastados de nosso convívio por causa de uma queda?

O mesmo texto em diferentes versões descreve um leque de atitudes positivas em relação àquele que caiu:

“Colocá-lo em pé muito gentilmente”. Quando alguém cai, sua primeira necessidade é se levantar sem ser lembrado de que caiu. “Colocá-lo silenciosamente de volta no caminho, sem nenhum sentimento de superioridade”. Não é hora de querer dar uma lição, nem de se mostrar mais santo do que ele. “Deve ser auxiliado a corrigir-se, restaurar-se e reintegrar-se sem nenhuma demonstração de superioridade e com toda gentileza”. Restaurar quer dizer “colocar de volta onde estava”. Tem a mesma conotação de colocar um osso deslocado no lugar.

“Restaurá-lo magnanimamente, ficando com você os comentários críticos”. Mostrar tato e simpatia, selecionando cuidadosamente as palavras, e persuadir a pessoa para que volte ao caminho.

Somos aqueles que estendem a mão e ajudam a limpar as feridas? Colocamos uma tala ou curativo e dizemos: “Vamos tentar de novo”? Depois do escorregão, oferecemos o ombro para ajudar o outro a se levantar?

Aquele que é poderoso para nos guardar de tropeçar e cair está nos convidando hoje para receber Sua graça e restaurar os caídos.


Amém.

segunda-feira, 4 de abril de 2011

QUEM É VOCÊ?


Que é o homem, para que com ele Te importes? E o Filho do homem, para que com ele Te preocupes? Salmo 8:4

Tempo começa, tempo termina, vira ano, vira século e continuamos fazendo as mesmas perguntas: “Quem sou eu, de onde vim, para onde vou, por que estou aqui?” E agora, outra pergunta mais recente: “Eles sabem que eu estou aqui?”

Anthony Campolo conta a história do que aconteceu com um grupo de 200 franceses que, após a Segunda Guerra, voltaram a Paris sofrendo de amnésia. Tinham sido tão maltratados nos campos de concentração que perderam a consciência de quem eram e de onde tinham vindo.

Com a ajuda da Cruz Vermelha e de alguns dos colegas de prisão, a identidade de 170 deles foi recuperada. Mas havia 30 homens cuja identidade parecia impossível de se encontrar. Os médicos que tratavam desses homens disseram que, a menos que amigos ou familiares os identificassem, a oportunidade de recuperação seria nula.

Alguém deu a ideia de colocar a fotografia dos homens na primeira página dos principais jornais do país. Mencionava-se que, se alguém conhecesse algum deles, deveria comparecer à Ópera de Paris em determinado dia e hora para vê-los e ajudar a encontrar sua identidade.

No dia estabelecido, uma multidão se reuniu para ver os veteranos de guerra. De maneira espirituosa, o primeiro homem vítima de amnésia subiu ao palco da ópera parisiense. Sob um forte refletor, deu lentamente uma volta de 360 graus e, diante da multidão silenciosa, perguntou: “Alguém de vocês sabe quem sou?” Felizmente, o plano funcionou. Todos eles foram identificados.

Quando alguém nos pergunta quem somos, a primeira coisa que mencionamos é nosso nome. Se há tempo, falamos de nosso trabalho porque acreditamos que aquilo que fazemos determina nossa identidade. Ou então mencionamos aqueles com quem nos relacionamos: jogo no time de basquete, toco na orquestra, canto no coral, etc.

Há alguém que esteja silenciosamente se perguntando “quem sou eu”?

Uma das melhores maneiras de descobrir nossa verdadeira identidade é perceber quem somos em Cristo: Sou “o sal da terra” e “a luz do mundo” (Mt 5:13, 14). Sou “filho de Deus” (Jo 1:12). Fui escolhido para sair e dar fruto (Jo 15:16). Sou “co-herdeiro com Cristo” (Rm 8:17). Sou “nova criação” (2Co 5:17). “Tudo posso nAquele que me fortalece” (Fp 4:13).

sábado, 2 de abril de 2011

UMA MIGALHA SERÁ SUFICIENTE



A mulher veio, adorou-O de joelhos e disse: “Senhor, ajuda-me!” Mateus 15:25


Pressionado pelo número cada vez mais crescente das multidões, Jesus foi para o território gentio ao norte da Galileia, que conhecemos hoje como Líbano. Ele queria privacidade. Sentia necessidade de diminuir o ritmo de trabalho.


Como se haviam espalhado notícias de que Ele estaria na cidade, o assédio foi inevitável. Nisso, Ele recebeu a visita de uma mulher. Ela não morava na cidade; era estrangeira. Uma mulher pagã. Aproximou-se de Jesus, como hoje muitos membros se aproximam do pastor, dizendo: “O senhor tem dois minutinhos para mim?”


Ela havia escutado notícias de Jesus e foi procurá-Lo. Dizia: “Sim, eu sei! Foi Ele mesmo que tocou e curou um leproso. Foi Ele que fez andar um paralítico que estava doente havia muitos anos. Também curou uma mulher. Ela simplesmente tocou a orla do manto dEle e ficou curada. Ele vai me ajudar!”


Ao pedido para que curasse sua filha, a primeira reação de Jesus foi de silêncio. Ignorou-a. Depois a excluiu: “Já tenho Meu campo missionário. Meu poder de curar é só para Israel. Não vim para vocês.” E, por último, humilhou-a, deixando-a sem graça quando a comparou com um cachorrinho. Mas ela passou pelo teste. Foi infatigável, insistente, persistente.


Em sua reação e resposta, transpareceu a ausência de orgulho. “Eu não mereço, Senhor, mas Tu és rico em bondade. Só uma migalha será suficiente para curar minha filha.” E continuou pedindo, mesmo não se sentindo digna.


Ela não tinha noção nenhuma da teologia da graça, mas tinha o simples entendimento de que tudo aquilo que recebemos de Deus não é por nossos méritos, mas pelos méritos de Sua graça. Devemos basear nossa fé não em nossa dignidade, mas na misericórdia de Deus.


Agora, pense um pouco: Em que área de sua vida você precisa de um pedacinho, um bocadinho, uma migalha do poder de Deus? Já pensou como o seu casamento seria diferente se você recebesse uma migalha do poder de Deus? Imaginou que paz seria sentida por todos? E como seria sua empresa, seus negócios, se recebessem uma migalha da bênção de Deus? Nossa vida, nosso trabalho, nossos estudos, como seriam diferentes se recebessem ao menos uma migalha da graça de Deus!


O que Jesus está dizendo para nós hoje? Alguns estão a um passo, a uma oração do livramento, das bênçãos, da cura física, emocional e espiritual. É só pedir. Uma migalha será suficiente!
Seja uma Benção !!

quinta-feira, 31 de março de 2011

A GRAÇA DE DEUS NÃO FOI DADA EM VÃO



Eu não sou digno de ser incluído neste círculo íntimo de pessoas, como vocês bem sabem, tendo desperdiçado todos aqueles anos para apagar do mapa a existência da igreja de Deus. Mas como Deus foi tão gracioso, muito generoso, aqui estou eu. E eu não vou deixar que a graça de Deus me seja dada em vão. 1 Coríntios 15:9, 10, The Message

Há um pequeno vocábulo implícito neste texto: “se”. Quase todas as vezes que o pronunciamos, o fazemos em tom de mágoa e tristeza. Repetimos o “se” quando perdemos uma oportunidade ou depois de fazermos uma escolha da qual nos arrependemos. Se tivesse chegado mais cedo; se vivesse em outra cidade; se tivesse ido; se tivesse ficado; se tivesse começado; se tivesse terminado... E assim por diante, numa ladainha sem fim.

O “se” nunca vai abrir uma porta que a negligência ou o pecado fechou. Não vai trazer de volta o dia, o lugar, nem as pessoas.

Quando Paulo escreveu essas palavras, por volta do ano 55 d.C., isto é, mais ou menos vinte anos depois de sua conversão, ele ainda lamentava o que havia feito antes de conhecer a Cristo, e pela maneira desafiante como tinha estado em oposição a Deus. Disse aos seus irmãos de Corinto: “Vejam só como foi minha vida antes de conhecer a Cristo.”

Alguns também levam o peso de erros cometidos antes e até mesmo depois de terem se encontrado com Jesus, e dizem: “Olha só que coisa horrível eu fiz. Não acredito que tenha feito isso!”

Você já parou diante do espelho depois de estar arrependido pelo que disse ou pelo que fez, e se insultou dizendo: “Seu estúpido! Seu insensível! Quando é que você vai aprender? Ó, meu Deus, por que é que eu sou assim?”

Podemos começar este dia fazendo uma de duas escolhas: (1) viver a realidade dos fracassos e erros de ontem, ou (2) viver na presença da graça de Deus. Para isso, precisamos remover a barreira entre o “eu ideal” e o “eu real”, decidir que Deus está do nosso lado e perdoar a nós mesmos.

Nossa maneira de viver hoje poderá ser motivo de satisfação e celebração amanhã – ou motivo de mágoa e lamento.

Paulo aceitou o perdão de Deus e decidiu se perdoar pelo que tinha feito. Você também não precisa carregar seu fardo nem por um minuto mais.

Receba o abraço de Deus e diga como Paulo: “Pela graça de Deus sou o que sou.” Estou reconciliado com Ele. Sou herdeiro do reino.

quarta-feira, 30 de março de 2011

APRESENTADOS SEM MANCHA



Ora, Àquele que é capaz de guardá-los da queda e de apresentá-los perante Sua glória, sem defeitos e com alegria indescritível. 
Na antiguidade, os imperadores, no fim de uma conquista ou de uma guerra, para mostrar seu poderio aos súditos e rivais, muitas vezes entravam na cidade acompanhados de uma leva de guerreiros feridos e extenuados para mostrar quão brilhante tinha sido a vitória. Ali estavam também escravos, maltrapilhos e uma multidão cambaleante, vencida pelo cansaço.


Que diferença de quando o Rei do Universo vier resgatar os Seus e apresentá-los como troféus de Sua conquista! Será uma ocasião muito mais festiva do que a apresentação de um campeão olímpico. Vai ser muito mais pomposa do que a entrega do Oscar. Não haverá chegada de limusines trazendo celebridades para desfilar sobre tapetes vermelhos. Também não haverá trajes de caimento perfeito, criados pelas grifes internacionais. Não serão necessários estilistas, nem cabeleireiros para deixar as pessoas com o visual impecável. Não haverá melhor ator nem melhor atriz, nem mesmo um prêmio para os melhores efeitos especiais. Mas haverá muitas surpresas!


Qualquer esplendor, de qualquer desfile, qualquer “pompa e circunstância” serão ofuscados e ficarão longe daquele grande desfile de glória e de vitória. Outras versões expressam, em outras palavras, essa mesma cena: “Apresentar-vos de pé em Sua brilhante presença [...] celebrando” ; “E colocá-lo na presença de Sua glória, triunfante e acima de qualquer acusação” ; “[...] e apresentá-los sem mancha nem falta diante da Sua glória, em triunfante alegria e inexprimível exultação” . Todas elas, em suas palavras, deixam transparecer que esse será um dos grandes momentos na história da redenção. Deus vai apresentar ao Universo os troféus de Sua vitória. Veremos lado a lado pessoas de todos os cantos da Terra, de todas as etnias e grupos sociais, sendo apresentadas a todos pelo Rei do Universo. Por conta e graça do Rei, você e eu poderemos estar entre aqueles que serão apresentados.


“Então um dos anciãos me perguntou: ‘Quem são estes que estão vestidos de branco, e de onde vieram?’ Respondi: Senhor, Tu o sabes. E ele disse ‘Estes são os que vieram da grande tribulação e lavaram as suas vestes e as alvejaram no sangue do Cordeiro’” (Ap 7:13, 14).
Hoje é este dia, onde Jesus nos diz "Estou lhe dando vestes novas"...entende o que é isso?...então aproveite e siga seu coração, decida-se por Jesus e que a gloria de Deus seja derramada em sua vida e familia.
Seja uma benção!!

terça-feira, 29 de março de 2011

LIVRE DO DOMÍNIO DO MAL


Quando se aproximaram de Jesus, viram ali o homem que fora possesso da legião de demônios, assentado, vestido e em perfeito juízo, e ficaram com medo. Marcos 5:15
Logo que o barco chegou à praia, os discípulos ouviram gritos que vinham de uma elevação próxima. Então, viram um homem de cabelos longos, roupa em farrapos e olhar selvagem. Era incontrolável. Tinha sido excluído de qualquer contato humano, por isso vivia entre os sepulcros. Nem mesmo as correntes podiam prendê-lo. Era uma demonstração vívida de como a possessão demoníaca distorce e destrói a imagem de Deus no ser humano.


Antes disso, imaginando o que poderia estar acontecendo com ele, seus amigos tentaram levar curandeiros, adivinhos, pais-de-santo, jogar búzios, tarô, receitaram simpatias, encantamentos... mas nada tinha dado certo. Ele era um homem temido, evitado e abandonado.


Ao descrever com detalhes o que aconteceu, Marcos menciona três pedidos apresentados na realização do milagre:


O primeiro pedido é o dos demônios. Nas proximidades havia uma manada de porcos. Os demônios disseram: “Manda-nos para os porcos.” Quer dizer, preferimos continuar vivendo na sujeira, deitando e rolando na lama. E numa disparada, lá se foram os porcos num “salto olímpico” precipício abaixo. Os “frigoríficos” daquela época ficaram sem matéria-prima durante bom tempo.


O segundo pedido foi o dos habitantes de Gerasa. Os mais exaltados da cidade começaram a incitar a multidão, dizendo: “Se Jesus ficar por aqui, nosso pólo de produtos suínos vai perder a hegemonia. Queremos tranquilidade. Por favor, saia do nosso território.”


Finalmente, veio o pedido do homem curado, solicitando a Jesus que lhe permitisse ficar com Ele. “Quero um novo ambiente. Todos aqui já me conhecem. Não vão me aceitar.” Porém, Jesus lhe deu uma missão: “Volte para casa e para os seus amigos. Conte como Deus foi misericordioso com você.”


“Nem um dos sermões de Seus [de Jesus] lábios lhes caíra jamais ao ouvido. [...] Podiam dizer o que sabiam; o que eles próprios tinham visto e ouvido, e experimentado do poder de Cristo. É o que a todo aquele cujo coração foi tocado pela graça de Deus, é dado fazer” (Ellen G. White, O Desejado de Todas as Nações, p. 340).


O homem voltou transformado para a cidade e para casa. Era uma nova pessoa. Vestido, limpo, sem cadeias nas mãos ou nos pés, em são juízo. Livre!


“Se alguém está em Cristo, é nova criação. As coisas antigas já passaram, eis que surgiram coisas novas!” (2Co 5:17).


Decida-se por Jesus hoje, Ele vai guerrear a sua guerra e lhe dar a tão sonhada vitória. Jesus te ama e quer sempre o nosso melhor, fale com Ele neste momento e se entregue a Ele totalmente, sem reservas, pois Ele ja levou todas as nossas dores, tristezas, angustias, medos, enfermidades, e nos dá a Vida Eterna através de seu sacrificio na cruz. O que está esperando...


Seja uma Benção !!!

segunda-feira, 28 de março de 2011

OLHANDO COM OS OLHOS DE JESUS


Portanto Eu lhes digo, os muitos pecados dela foram perdoados, pois ela amou muito. Mas aquele a quem pouco foi perdoado, pouco ama. Lucas 7:47
A ocasião era familiar para nós: casa cheia, festa. Mais vozes masculinas do que femininas. Além de Jesus, que era o convidado especial, também estavam ali Lázaro, a quem Jesus havia ressuscitado, algumas celebridades e os discípulos de Jesus.

No meio da festa, a presença inesperada de uma mulher a quem Lucas chama de pecadora – uma forma politicamente correta de dizer que ela era prostituta.

O que você faz quando, no meio de uma festa, ou no meio de uma reunião, alguém comete uma gafe? Como você teria agido se estivesse ali? A pessoa está vestida como não deve, fala alto demais, avança para pegar comida. Como você teria agido? Inventaria uma tosse para sair; pegaria o celular fingindo uma chamada; esperaria a reação dos demais ou simplesmente ignoraria?

Quando o pessoal começou aquele ti-ti-ti orquestrado por Simão e Judas, Jesus introduziu uma pequena parábola que termina com o texto de hoje, mostrando a graça como perdão e misericórdia.

Todas as vezes que lia essa narrativa, eu tinha a curiosidade de saber quem era a mulher. Até que me deparei com o seguinte texto: “Maria foi considerada pecadora, mas Cristo sabia as circunstâncias que lhe tinham moldado a vida. [...] Fora Ele que a erguera do desespero e da ruína. Sete vezes ouvira ela a repreensão aos demônios que lhe dominavam o coração e a mente, [...] Foi Maria que se assentou aos pés de Jesus e dEle aprendeu. Foi ela que Lhe derramou na cabeça o precioso unguente, e banhou os pés com as próprias lágrimas. Achou-se aos pés da cruz e O seguiu até o sepulcro. Foi a primeira junto ao sepulcro, depois da ressurreição. A primeira a proclamar o Salvador ressuscitado.” (Ellen G. White, O Desejado de Todas as Nações, p. 567, 568).

Olhando para essa descrição de Maria, você pode pensar: quantos altos e baixos; mas que transformação!

Somente você e Deus conhecem sua vida e a necessidade de perdão. Podemos ir hoje ao encontro dEle. Ele está pronto para apagar nossos pecados e guiar-nos nos caminhos de Sua justiça.

O acesso está livre, aberto. Há amplo perdão. As palavras de Jesus foram carregadas de graça: “Seus pecados estão perdoados.”

quarta-feira, 23 de março de 2011

A Linda e Importante família de Jesus.



Analisando a Bíblia vemos que Maria era Virgem sim, mas até o nascimento de Jesus, e que ela teve um casamento normal e com vida sexual ativa com Jose.
O texto de Mateus 1.25 afirma o seguinte: “e não a conheceu enquanto (até que) ela não deu à luz um filho; e pôs-lhe o nome de Jesus”.
Para nós os protestantes, a referência bíblica em apreço parece ser, a princípio, uma fonte irrefutável, e não é para menos, pois diz categoricamente que José não a conheceu “até” ou “enquanto” no grego (heos, hou) ela não deu à luz. Ora, o que entendemos  é que, após o parto, Maria teve relações sexuais com seu marido como qualquer casal judeu, como pessoas normais naquele tempo.
É notório que os casamentos orientais da época de Jesus eram, sem sombra de dúvida, bem diferentes dos do nosso tempo. Mateus declara que Maria estava desposada (entenda-se noiva) com José. Diz ainda que ele não a “conheceu até” (Mt 1.18). Algumas vezes a palavra “conhecer” é usada na Bíblia de modo figurado, significando relação sexual (Gn 4.25), e, neste caso, o contexto apóia este sentido. Outro fator que comprova com a interpretação acima é o fato de Lucas ter usado a expressão grega pro­tótokos, que significa “Primogênito”, em relação ao nascimento de Cristo: “e teve a seu filho primo­gênito...” (Lc 2.7).

Se Lucas quisesse dizer que Jesus foi o único filho de Maria, teria usado, de modo inequívoco, a expressão monogenes (unigênito, em português) que significa “[filho] único gerado”, como acontece em João 3.16. Mas não, ele usou de modo consciente, o termo certo: “primogênito”, indicando que Jesus foi apenas o “primeiro” filho de Maria, e não o “único”.
Uma leitura superficial do Novo Testamento, em especial dos evangelhos, mostrará, sem sombra de dúvida, que Jesus Cristo teve irmãos e irmãs (Mt 12.46,47, 13.55-56; Mc 6.3). E ainda nos dão os nomes dos irmãos: Tiago, José, Simão e Judas. E essas pessoas aparecem sempre relacionadas com Maria, mãe de Jesus, o que nos dá a impressão de que os escritores e os evangelistas quiseram nos transmitir o quadro de uma família composta por mãe e filhos.
Vejamos: “Enquanto ele ainda falava às multidões, estavam do lado de fora sua mãe e seus irmãos, procurando falar-lhe. Disse-lhe alguém: Eis que estão ali fora tua mãe e teus irmãos, e procuram falar contigo” (Mt 12.46-47).

Depois do milagre em Caná, Maria e os irmãos do Senhor aparecem juntos: “Depois disso desceu a Cafarnaum, ele, sua mãe, seus irmãos, e seus discípulos; e ficaram ali não muitos dias” (João 2.12).

Em outra ocasião, Maria e seus irmãos mandam chamá-lo: “Chegaram então sua mãe e seus irmãos e, ficando da parte de fora, mandaram chamá-lo” (Mc 3.31). João acrescenta que nem os seus criam em Jesus: “Pois nem seus irmãos criam nele(Jo 7.5). E, por último, os irmãos de Jesus aparecem no cenáculo orando com Maria: “Todos estes perseveravam unanimemente em oração, com as mulheres, e Maria, mãe de Jesus, e com os irmãos dele” (At 1.14).

Não existe um só caso na Bíblia, e principalmente no Novo Testamento, em que a palavra grega adelphós (irmão) é traduzida por primo ou parente. Das 343 vezes em que o N.T usa o termo adelphós, ele apresenta dois sentidos para a palavra “irmão”: a de irmão legítimo (carnal).
Além disso, os escritores sabiam a diferença entre os termos irmão (adelphós), primo (anepsiós) e parentes (sungenes).

Mesmo Paulo, que usava bastante metáfora, sabia usar com distinção essas palavras. Tanto é que escreveu sobre os “irmãos” de Jesus sem deixar nenhuma dúvida ao laço carnal entre o Senhor e seus irmãos. Vejamos: “Não temos nós direito de levar conosco esposa crente, como também os demais apóstolos, e os irmãos do Senhor, e Cefas?” (1Co 9.5). “Mas não vi a nenhum outro dos apóstolos, senão a Tiago, irmão do Senhor” (Gl 1.19).

Caso a tese católica estivesse correta, o apóstolo poderia muito bem ter usado a expressão hoi anepsiós Kyriou (primos do Senhor), e não adelphói tou Kyriou (irmãos do Senhor), até porque os irmãos de Jesus estavam vivos quando o apóstolo escreveu as duas epístolas.
Diante do exposto, a única consideração plausível a que podemos chegar é que os “irmãos” de Jesus eram realmente seus irmãos legítimos.
De acordo com a Bíblia, Jesus teve quatro irmãos (Tiago, José, Simão e Judas) e também algumas irmãs (Mateus 12:46-50; 13:55-56; João 2:12; 7:3-10; Atos 1:14; 1 Coríntios 9:5; Gálatas 1:19). Por causa do mito de que Maria foi uma virgem perpétua, foi inventada a teoria que estes "irmãos" de Jesus são, de fato, apenas primos.
Esta palavra "irmão" é usada 346 vezes no Novo Testamento e nunca significa "primo".
Muitos pensam que Maria tinha e ainda tem uma influência especial sobre Jesus e que ela pode ser uma mediadora entre nós e Jesus. Mas veja quantas vezes, na Bíblia, Jesus mostrou que Maria não tinha uma capacidade especial para persuadi-lo.

1. Quando foi dito a Jesus que sua mãe e irmãos o estavam procurando, ele respondeu que considerava como sua mãe e irmãos verdadeiros aqueles que o obedecem (Mateus 12:46-50; Marcos 3:31-35; Lucas 8:19-21).
2. Quando a mãe de Jesus sugeriu que a falta de vinho na festa de casamento seria uma boa hora para declarar-se o Messias, ele recusou sua sugestão dizendo: "Mulher, que tenho eu contigo? Ainda não é chegada a minha hora" (João 2:4).
3. Quando uma mulher na multidão disse a Jesus: "Bem-aventurada aquela que te concebeu e os seios que te amamentaram", Jesus respondeu: "Antes bem-aventurados são os que ouvem a palavra de Deus e a guardam". Paulo concluiu em 1 Timóteo 2:5 que há "um só mediador entre Deus e os homens, Cristo Jesus".

Maria parece ter sido uma mulher boa, uma discípula fiel (Atos 1:4). Mas não tem nenhum poder especial para persuadir Jesus e não foi uma virgem perpétua (Note também Mateus 1:25; Lucas 2:7). Jesus foi criado em uma família com mãe, irmãos e irmãs (Marcos 6:3).

Chegamos à conclusão que Maria, foi fundamental para a vida de Jesus e seus irmãos, pois ela sempre esteve ali com seus filhos em todos os momentos, vemos que ela é merecedora de todo nosso respeito e admiração por se tratar da mãe do nosso único e suficiente Salvador, percebemos que tudo não passa de uma equivocada interpretação bíblica pois o grego e o hebraico são escritas que se parecem muito mas tem um sentido totalmente diferente.
O importante é vivermos em paz e respeitando todas as crenças, mas o mais importante de tudo é sabermos que Jesus é o único e verdadeiro caminho para se achegar a Deus, e vivermos imitando sua vida em nosso dia a dia, pois perto está o momento de nos encontrar com Ele na Gloria.

Seja uma Benção, Jesus te ama !!!

terça-feira, 22 de março de 2011

ABRE OS OLHOS DO MEU CORAÇÃO



Mais uma vez Jesus colocou as mãos sobre os olhos do homem. [...] Ele passou a ver as pessoas como Jesus as via. Marcos 8:25, The Companion Bible

Se você tivesse que escolher um grupo de alunos com os quais realizar uma grande tarefa, e tivesse que ensinar-lhes desde o básico, escolheria alunos com as características dos discípulos? Eles tinham sua própria lista de bem-aventuranças, e ela não incluía as bem-aventuranças de Jesus.

O Mestre olhou para as futuras possibilidades de João, Tomé, entre outros, e não para as qualificações presentes daqueles homens simples. Como professor por excelência, Ele podia amar as pessoas não meramente pelo que eram, mas por aquilo que podiam se tornar.

Um professor experiente deu uma tarefa para um grupo de jovens estudantes: sair e encontrar ao lado do caminho, ou de alguma estrada solitária, uma flor desconhecida. Pediu-lhes que a estudassem demoradamente. “Peguem uma lupa e estudem as delicadas veias nas folhas. Observem as tonalidades. Olhem de outro ângulo, observem a simetria. E, lembrem-se, essa flor poderia continuar sem ter sido notada se você não a tivesse encontrado.”

Quando a classe voltou, depois da tarefa, o professor comentou: “As pessoas são assim. Cada uma delas é diferente e tem seu jeito peculiar. Mas você tem que lhes dedicar algum tempo, para que cheguem a saber disso. Muitas pessoas continuam sem ser notadas e apreciadas porque ninguém gasta tempo com elas, nem admira suas particularidades.”

Os pais podem despertar qualidades nos filhos. Os professores podem abrir janelas para os alunos. Um chefe de seção pode descortinar aos empregados um mundo de conquistas. Alunos veteranos podem dar apoio aos calouros para que se ambientem rapidamente.

Tanto na escola como no trabalho, há pessoas que chegam como se fossem botões fechados, com medo de se abri e se expor. O calor humano e a simpatia farão com que se abram e mostrem sua beleza interior.

De Jesus é dito: “Em cada ser humano, Ele divisava infinitas possibilidades. Via os homens como poderiam ser, transfigurado pela Sua graça. [...] Olhando para eles com esperança, inspirava-lhes esperança. Encontrando-os com confiança, inspirava-lhes confiança”


Deus lhe abençoe a cada dia, seja uma benção.